DEFENDER LULA SEMPRE, MAS DISCORDAR DAS POLÍTICAS EQUIVOCADAS
Nosso comitê nos próximos anos defenderá sem tréguas a Presidência da República,
mas não deixará de divergir da política do PT que não colabore em nada com a
luta pelos direitos dos trabalhadores, pois a sombra do golpismo nunca foi superada,
seja no judiciário, legislativo, pessoas que possam fazer parte do governo,
além das forças armadas, claro.
Nossa missão é impulsionar as lutas sociais do campo e da cidade no
Brasil e pelo mundo a fora. O primeiro ano de Lula será marcado pela reconstrução
das políticas socias destruídas pelos golpistas, Temer e Bolsonaro. Obviamente
essas medidas serão positivas, por outro lado a evolução delas será marcada por
uma imensa resistência da Burguesia brasileira e internacional, o que inclui os
ataques dos meios de comunicação que agora querem escolher os ministérios no
lugar de Lula, um exemplo é Simone Tebet, uma figura reacionária que usa sua imagem
de mulher para tentar ocultar sua relação estreita com o latifúndio e todo seu
histórico de opressão contra camponeses e indígenas na luta pela terra.
Precisamos pensar corretamente nossa política para essa nova etapa de
lutas. Não participaremos do governo e não negociaremos cargos, como já foi pré-estabelecido
há tempos pelo Partido da Causa Operária. Ao contrário, outras organizações de
esquerda que não sabem o que querem nossa posição é direta. O brasileiro
precisa de renda, emprego e moradia, melhores salários, muito mais do que tem,
hoje.
Nosso caminho é o esclarecimento, a organização e a luta popular. Em Goiânia é urgente dar continuidade na luta pela
moradia contra os despejos, pelo direito de ocupar, retomar a Luta pelo reajuste
dos professores e fazer oposição a Rogério Cruz. No
Estado, Caiado, o blindado pela mídia empurrou com a barriga a
gestão da companhia energética e manteve o contrato da ENEL por todo seu mandado,
agora temos uma nova empresa aventureira que se for pior será igual a ENEL. Avançou na política de extermínio por parte da
polícia de trabalhadores e jovem pobres com passagem criminal ou não.
É importante lembrar que Caiado diz que não quer fazer luta ideológica
contra Lula, o que é óbvio, a gestão de Caiado é uma gestão falida, com crises
dos contratos dos hospitais com as O.Ss, por exemplo. É incapaz de fazer
investimentos básicos. Ele sabe que Lula não é o canalha que Bolsonaro foi, que
criou uma verdadeira política de rompimento de relações diplomáticas dentro do
próprio país com os estados, e que jogou a culpa do aumento dos combustíveis
nas costas do dos governadores. Agora Caiado vai igual um cachorrinho atrás .
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